Inovação disruptiva: entenda o que é e como funciona

Hoje, é praticamente impossível estar no mercado atuando da mesma forma que o negócio operava há três, cinco ou dez anos atrás. As empresas entendem que é preciso reinventar para crescer. Nessa tomada, a aplicação da inovação disruptiva se faz extremamente importante para esse objetivo.

Grandes players como Netflix, Google, Uber, AirBnb e Wikipedia são exemplos desse fenômeno. O que todas têm em comum é que reconheceram alguma defasagem do mercado e propuseram uma nova forma de oferecer soluções.

Apesar de muito ser falado — além de reconhecer a necessidade —, ainda é tímida a movimentação das organizações no sentido de realmente aplica a inovação disruptiva às suas realidades. Se você faz parte do grupo de pessoas que quer desenvolver a cultura inovadora, aproveite a leitura deste artigo!

O que é a inovação disruptiva?

Clayton M. Christensen, professor da Business School da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, foi quem criou a teoria da inovação disruptiva. Apesar disso, o surgimento de soluções que reinventam o mercado no qual estão inseridas sempre existiu.

Hoje, a disrupção é um termo muito utilizado dentro das organizações e não é sem motivo. Empresas líderes de mercado podem se tornar obsoletas e desaparecer da noite para o dia. Caso alguma concorrência enxergue uma maneira muito mais simples, acessível e econômica de entregar o produto ou serviço para o seu cliente, é bem provável que você o perca.

Assim, é fundamental buscarmos avaliar sempre o nicho de mercado em que atuamos, entendendo se ele está defasado ou não, a fim de buscar uma tecnologia exponencial ou novo produto para o cliente — isso é o que consideramos inovação disruptiva.

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Além de tornar o mercado obsoleto, para ser considerado disruptivo, é necessário cumprir três pilares: ser acessível, conveniente e simples. Em outras palavras, a novidade deve atingir a todos, sem separação, ser útil e não causar dificuldade para utilização, além de ter o menor custo possível.

Como implementar na sua empresa?

Desenvolver a cultura da inovação

Nenhuma ideia nasce da noite para o dia, mas é preciso estimular todos os colaboradores da empresa. Quem operam diariamente com o negócio são as melhores pessoas para diagnosticar uma demanda inovativa.

Além disso, algumas empresas já incluem em suas rotinas atividades para fomentar a inovação. Nesses encontros são desenvolvidas ideias e seus protótipos, até que finalmente sejam aplicadas.

Acompanhar o mercado

Entender o que todos à sua volta estão fazendo é um importante passo a ser feito para implementar a inovação disruptiva. É preciso conhecer quais são as movimentações do mercado, o que a concorrência já entendeu como importante para os consumidores e até mesmo quais são as necessidades dos clientes. Reclamações e insatisfações são excelentes insumos para a criação de algo inovador.

Implementar novas tecnologias

Tecnologias estão amplamente conectadas com inovações disruptivas e não é à toa — elas fomentam melhorias inovadoras. Novos processos, por exemplo, podem estar alinhados a uma ferramenta ou software mais ágil e com melhor custo-benefício, que facilite a vida dos usuários e entregue uma experiência mais agradável para seus clientes.

Não é apenas reinventar. A inovação disruptiva cria novos valores para uma marca, que atinge novas barreiras e mantém-se no mercado em que atua. Essa tomada permite que organizações ofereçam aos seus consumidores uma nova experiência, muito mais eficiente e que atenda a todas as demandas que envolvem o seu produto ou serviço.

Agora que você sabe mais sobre o assunto, aproveite para compartilhar o texto nas redes sociais e permita que outras pessoas entendam mais desse importante tema.